Justiça Bolsonaro
PGR defende manutenção da prisão domiciliar de Bolsonaro e retenção de arma apreendida
Parecer da Procuradoria-Geral da República conclui que ex-presidente não cometeu falta grave, mas pede que pistola apreendida permaneça sob custódia.
01/07/2026 20h10
Por: Redação1

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta quarta-feira (1º) a manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. O parecer também solicita que a pistola Glock calibre 9 mm apreendida durante uma blitz não seja devolvida.

O posicionamento da PGR acompanha a conclusão da Polícia Civil do Distrito Federal, que decidiu não indiciar Bolsonaro no caso. A investigação apontou que o ex-presidente não cometeu infração disciplinar capaz de justificar a revogação do benefício da prisão domiciliar.

No parecer, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que o inquérito confirmou a inexistência de falta disciplinar por parte de Bolsonaro. Apesar disso, a PGR defendeu que a arma permaneça apreendida.

Já o militar do Exército Estácio Leite da Silva Filho, integrante da equipe de segurança do ex-presidente e responsável por transportar a pistola, foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo.

Agora, a decisão sobre a manutenção da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro e sobre o destino da arma ficará a cargo do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, relator da execução penal do ex-presidente, que deve analisar o caso nos próximos dias.

 

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