Política Bolsonaro
Polícia Federal pede agilidade em eventual atendimento médico a Bolsonaro preso
Documento enviado ao Corpo de Bombeiros reforça atenção ao estado de saúde do ex-presidente, condenado por tentativa de golpe de Estado
01/12/2025 20h40
Por: Redação1

 

A Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília ampliou as orientações de emergência para o monitoramento do estado de saúde de Jair Bolsonaro (PL), preso em regime fechado desde 22 de novembro, após ser condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.

Segundo o g1, a PF enviou no dia 27 um ofício ao 15º Grupamento de Bombeiro Militar, unidade localizada a cerca de 700 metros da sede da PF onde o ex-presidente cumpre pena, solicitando resposta médica rápida em caso de necessidade.

No documento, a PF ressalta que o pedido ocorre “em razão de seu estado de saúde”, reforçando a necessidade de prontidão imediata para qualquer atendimento de urgência. A orientação faz parte dos protocolos adotados desde a entrada de Bolsonaro no sistema prisional.

O ex-presidente permanece sob acompanhamento médico constante dentro da Superintendência. Seus médicos particulares têm acesso livre ao prédio, sem necessidade de autorização prévia.

Bombeiros reforçam protocolo de emergência

Em resposta ao ofício, o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal informou ter reforçado todas as orientações internas para atendimentos urgentes. Em nota, explicou o procedimento adotado caso a unidade local não tenha viaturas disponíveis no momento da solicitação.

Segundo o grupamento:

“Caso não haja viaturas disponíveis na nossa unidade de serviço, a SECOM entrará imediatamente em contato com o COCB, a fim de solicitar o despacho de outra unidade e viaturas, assegurando assim a continuidade e celeridade do atendimento.”

A estrutura reforçada faz parte de um plano que integra equipes públicas e privadas, garantindo cobertura total em caso de emergência. O monitoramento 24 horas segue ativo na Superintendência, onde profissionais permanecem de prontidão para agir diante de qualquer agravamento do quadro clínico do ex-presidente.

 

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